O Corinthians ficará sem uma das suas maiores forças nos jogos, a torcida, por pelo menos 60 dias, jogando em casa ou fora.
Estão contestando a decisão, dizendo que "o clube devia ser punido, isso foi leve demais" e outros que "foi demais, não precisava de tanto, só um acidente".
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| Momento do disparo do suposto sinalizador que atingiu o garoto, captado e divulgado pela tv boliviana. |
Com a segunda discordo completamente. Uma vida, de um garoto de 14 anos foi perdida... Num estádio de futebol! Isso é, mesmo que tenha sido um acidente, uma tragédia. Não só por ser um jovem. Num local onde as pessoas vão para se reunir e divertir houve um falecimento. Não foi na entrada ou saída do jogo, no entorno do estádio ou no caminho para ir/voltar dele. Foi dentro do estádio. Um disparo errado, no rosto de um garoto.
E com a primeira compactuo. É uma vida! O sinalizador foi disparado por um torcedor daqueles que é patrocinado pelo clube. O clube tem responsabilidade, devia ser punido, sim. Se não forem punir a instituição, que prorroguem essa medida de "sem torcida" pelo menos até o fim da Libertadores.
Só, por favor, não retirem essa medida. Estariam "minimizando", ainda mais, a vida perdida.
A medida é preventiva e o Corinthians diz que irá recorrer. Mas, para quem estava vendo especulações de que seria excluído da competição, está de bom tamanho, mas muito brando, ficar apenas sem torcida.
Artur.

Como sempre a Conmebol tirando o dela da reta. Obviamente o Corinthians deve ser punido pela tragédia mas o San José também precisa ser punido! Quantos sinalizadores haviam no estádio?! Aí alguns vão argumentar o seguinte: " Ah, mais todo jogo da Libertadores tem sinalizador!". Claro, tem tanto que foi preciso um ser humano morrer para que o assunto fosse discutido.
ResponderExcluirÉ bonito? Muito! Assim como a avalanche da torcida gremista, mas assim como a avalanche, é algo extremamente perigoso. Segurança em primeiro lugar.
Só queria destacar a declaração do Mario Gobbi (Presidente do Sport Club Corinthians Paulista) ao dizer que a morte do garoto foi uma fatalidade.
Fatalidade no meu entendimento seria se um raio ou um meteorito tive provocado a morte do menino, algo inevitável. Pelo contrário, foi uma tragédia que poderia ser facilmente evitada, com fiscalização e punição. Quem sabe, morrendo mais uns quatro (ou então uns dois de classe média alta) o senhor Nicolás Leoz se torne menos Poltrão.
Também achei a atitude de 'punir', de qualquer jeito, o Corinthians foi algo para dizer "nos punimos eles!", tirando o seu da reta mesmo, por parte da Conmebol.
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