Parece que o Grêmio não viu isso e resolveu ficar na defesa. Mas a retranca era tanta que nem os contra-ataques davam para ser aproveitados, não tinha como, eram 3 correndo pra cima, contra pelo menos 5 defendendo.
O ideal era ir pra cima, fazer o gol e aí sim poderiam defender em massa.Conseguiram algumas chegadas no primeiro tempo, foram melhores no primeiro tempo, mas não saiu o gol.
No segundo tempo praticamente pediram para o Santa Fé fazer o gol. Que só não saiu antes porque Dida fez defesas espetaculares, no primeiro e segundo tempos. Mas uma hora foi inevitável. Aos 35 do segundo tempo Medina tabelou (com um jogador impedido por quase nada, nem reclamação houve), entrou trombando na área e conseguiu vencer a defesa e o goleiro.
Barcos, Zé Roberto e Vargas, que tinham que atacar sozinhos, estavam quase caindo, desde antes do gol, mas só depois do placar aberto que houve substituição.
Agora a cera, que estava fazendo o tempo andar e ajudando o tricolor, passou para o lado dos colombianos e o tempo voava para o time brasileiro. Uma eternidade para levantarem, bater um lateral, falta ou tiro de meta. As bolas e os gandulas desapareceram.
O Grêmio atacava, conseguia criar. Teve uma chance. Teve A chance, mas Vargas, aos 47, perdeu um gol sem goleiro.
Pode chorar, tricolor. O imortal caiu para um pequeno time colombiano, num caldeirão.
O elenco é um timaço! Mas foi mal aproveitado. Principalmente nesse segundo jogo dessas oitavas, decepcionou.
Desde o inicio da competição (uma estréia em casa com derrota para o Huachipato), já se viam deficiências no time. Conseguiram se arrumar e classificar. Mas hoje retrocederam muito e não mereceram. A postura foi covarde e burra.
Chegamos com 6 às oitavas, 2 sobreviveram. Curiosamente, os únicos que ainda não ganharam.
Artur.

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