quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Jus ao nome

     Menos estrelado que ano passado e num grupo muito mais difícil, o Grêmio começou a Taça Libertadores arrebentando.

     Depois de vencer o Nacional do Uruguai fora, foi dia de jogar em casa, dia de refazer a final da Libertadores de 1995, quando Grêmio saiu com a taça.

     Contra os colombianos do Atlético Nacional, na Arena, os gremistas armaram um caldeirão. Cantaram o tempo quase todo, vaiaram pesado o adversário, levaram as tipicas bandeiras. Foram preparador para uma guerra.
 
     Guerra muito mais difícil na expectativa do que na prática.

     Com um primeiro gol - que foi um golaço do garoto Luan - que vai gerar muita discussão, o Grêmio fez o placar do primeiro tempo. Depois disso deixou o jogo rolar.

     Ainda deixando o jogo solto, já no segundo tempo, começou a ficar perigosa a situação. Daí o time resolveu fazer outro. Conseguiu o segundo logo e mais ao fim do jogo fez o terceiro.


     O Grêmio tem o perfil da Libertadores: time copeiro, entra forte nas divididas, rápido nos passes, não tem medo de cara feia e joga com apoio da torcida.

     O grupo em que caiu é dificílimo, com certeza o mais complicado. Mas não é complicado só para o Grêmio.

     Há dificiculdade para todos, e dali terão de sair dois para as oitavas de final, independente do que ocorra.

     Sorte dos que conseguirem sair vivos do grupo 6... azar de quem tiver de enfrentá-los!

     Mas estamos tendo a certeza que o apelido não é em vão.

     Pois, no "grupo da morte", o Imortal está reinando.






                                                                                                                          Artur.

Nenhum comentário:

Postar um comentário