Depois de vencer o Nacional do Uruguai fora, foi dia de jogar em casa, dia de refazer a final da Libertadores de 1995, quando Grêmio saiu com a taça.
Contra os colombianos do Atlético Nacional, na Arena, os gremistas armaram um caldeirão. Cantaram o tempo quase todo, vaiaram pesado o adversário, levaram as tipicas bandeiras. Foram preparador para uma guerra.
Guerra muito mais difícil na expectativa do que na prática.
Com um primeiro gol - que foi um golaço do garoto Luan - que vai gerar muita discussão, o Grêmio fez o placar do primeiro tempo. Depois disso deixou o jogo rolar.
Ainda deixando o jogo solto, já no segundo tempo, começou a ficar perigosa a situação. Daí o time resolveu fazer outro. Conseguiu o segundo logo e mais ao fim do jogo fez o terceiro.
O grupo em que caiu é dificílimo, com certeza o mais complicado. Mas não é complicado só para o Grêmio.
Há dificiculdade para todos, e dali terão de sair dois para as oitavas de final, independente do que ocorra.
Sorte dos que conseguirem sair vivos do grupo 6... azar de quem tiver de enfrentá-los!
Mas estamos tendo a certeza que o apelido não é em vão.
Pois, no "grupo da morte", o Imortal está reinando.
Artur.

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