A passagem do alvinegro pelo fraco time do Deportivo Quito - que usa da altitude, que nunca ganhou fora de casa jogando pela Libertadores - era quase óbvia.
O que mais assustava no confronto era a dificuldade de jogar la em cima. Mas o resultado foi tranquilo.
Chegando aqui em baixo a situação se equilibra e quem joga mais futebol geralmente vence.
Foi isso que aconteceu.
O fator técnico já pesava a favor, aí veio o torcedor e (enfim) confiou. Festa bonita, com muitos presentes, mosaico e muita cantoria. Ficou impossível tirar a vaga deles. Não me lembro de finalização alguma que tenha sido realmente perigosa, por parte dos equatorianos.
A festa estava bonita, mas faltava ter alguém para reger, alguém para incendiar, alguém para por a bola na rede!
O atacante que já foi artilheiro da Libertadores pelo Cruzeiro, se contundiu gravemente e ficou meses parado. Voltou a jogar e foi emprestado, passou apagado por São Paulo e depois pelo Bahia. Chegou esse ano ao Botafogo, esse foi apenas seu segundo jogo, primeiro de titular, e fez hoje seus primeiros gols pelo Glorioso.
O Botafogo mereceu na bola, no campo e fora dele, passar.
Artur.

Nenhum comentário:
Postar um comentário