Há menos de uma semana do inicio da Copa das Confederações, o último amistoso. Contra uma seleção de nome, uma seleção grande, mas não uma grande seleção, atualmente.
Temos muito mais história, tradição, títulos, grandes times etc, mas se pensar um pouco da pra ver que a França está mais ou menos como a nossa seleção.
Estávamos desde 2009 sem uma vitória notável, contra alguém que realmente importa no cenário futebolístico.
Vitórias magras sobre Omã, Iraque, Bolívia e outros de mesmo escalão e derrotas para seleções de mais porte, irritaram o torcedor, derrubaram um técnico (no momento errado) e abriram discussões e questionamentos sobre jogadores, modos de jogar, concentrar, convocar.
Passado o período mais nebuloso, parece que estamos vendo uma equipe se formar. Ainda com falhas, mas jogando direito.
Um primeiro tempo mais ou menos, discreto. Mas já dava pra notar certa melhora.
O segundo foi realmente para animar o torcedor. Foram testadas 3 formações, e em todas saiu gol.
As substituições foram boas e fizeram efeito. Uma em especial chamou a atenção, a de Neymar, não por ser Neymar mas pelas muitas vozes vaiando. Foram vaias pro jogador (que apareceu pouco, foi abaixo do muito que é esperado dele) ou para Felipão? Se foram para o camisa 10, não vejo muita razão, mas respeito. Se foram para o técnico, discordo. Por que não tirar um jogador que pouco apareceu, no fim do jogo, com a vitória quase garantida? Dá chance de outro tentar jogar e mostra que não é tudo na conta do garoto, que a seleção joga e faz gol sem ele.
Foi uma vitória pra dar confiança aos jogadores e torcedores, logo antes do início de uma importante competição.
Tomara que não tenha sido somente um flash, que continuem atuando assim.
Se continuarem mesmo atuando da forma que foi hoje, podemos dizer, de novo, que temos uma seleção respeitável e com chances de ir bem nas futuras competições!
Podemos, não podemos?
Ah! Só não vai demitir o Felipão nessa semana, CBF!
Artur.

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