A camisa não pesa em 5 anos. Ser o time da moda não faz duma camisa algo grandioso.
A Espanha tem um time sensacional, sem dúvida. Mas na hora que a pressão veio, na hora que chegou a final contra os maiores campeões, dentro de sua própria casa, com a torcida cantando o hino sem acompanhamento algum, pesou.
Está novamente dando gosto de ver o Brasil jogar. Não da pra acreditar que há menos de dois meses víamos esse mesmo time jogando e pensávamos na vergonha que seria cair em fases de grupos, jogando em casa.
Começo massacrante. Pressão, marcação, chute... Gol!
Logo aos dois minutos já estava 1 a 0. Antes dos oito, quase 2.
A Espanha conseguiu jogar um pouquinho. Quase fez o gol de empate, mas David Luiz deslizou e tirou em cima da linha, dando um carrinho lindo.
Nos últimos minutos do primeiro tempo, Oscar, que pouco apareceu durante a competição, deu um lindo passe para Neymar. O camisa 10 dominou e soltou um canudo de canhota, sem chance para Casillas.Com um placar bom e da forma que estava rolando o jogo, já tinha muita gente gritando "é campeão!", "ooolé"...
Antes do jogo a dúvida era se o Brasil conseguiria anular a Espanha, se conseguiria jogar bem.
Nessa altura havia uma certeza em quase todos: o Brasil conquistaria o tetra da Copa das Confederações.
Destaques individuais no time tiveram, como Neymar, Paulinho, Thiago Silva, Júlio César, Marcelo, Fred, Luiz Gustavo jogando muito.
Mas o maior é Felipão, que assumiu num momento difícil e conseguiu fazer surtir o efeito da troca mais rápido que o imaginado.
Esse período junto proporcionou mais que mais uma taça, mais que mais um título, mais que mais uma glória para pesar ainda mais nosso manto... O Brasil conseguiu fazer seu time. Um timaço.
Bola ao Chão


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