quinta-feira, 4 de julho de 2013

Agora complicou

     Qualquer passo de um atleticano nessa Libertadores é histórico.

     Sem dúvida, é a melhor campanha do clube mineiro em sua história. Primeiro geral da fase de grupos, passou aperto nas quartas, mas não perdeu a autoridade de ser um dos melhores do continente.

    Mas chegou à Argentina, para pegar o Newell's Old Boys pela semi, meio mudado. Agrediu menos e foi agredido mais que o de costume.

     Descidas menos rápidas e precisas e certa apatia na hora de defender, contra um time com qualidade, que ficava com a bola, sabia o que fazer com ela e fazia bem. 

     Mais e melhores chances para os argentinos. 

     Tentativas sem sucesso e poucos sustos na defesa argentina, por parte dos brasileiros.

     No segundo tempo o 'NOB' abriu o placar. O Galo descontou com Jô, mas o bandeira alegou impedimento... Duvidoso, mas acho que acertou. Logo depois Scocco bateu uma falta linda: uma pancada, com muita curva, que saiu da barreira e voltou no gol, no cantinho de Victor. 2 x 0.


     Rafael Marques ainda tirou uma bola em cima da linha, de cabeça. 

     Sem fazer gol fora, a missão do Atlético contra o bom time dos 'hermanos' é dificil. 

     Se jogarem da mesma forma acuada como jogaram, o que duvido que façam em casa, irão perder a vaga na final e quiçá a invencibilidade em seu campo.

     Hoje a vitória do Newell's foi merecida. O time é muito bom e tem vários jogadores de muita qualidade.

     Há plenas condições do Atlético se classificar para a final, se jogar de novo como estava antes da paralisação para a Copa das Confederações. O time tem muita força em casa, quase imbatível. Mas o maior problema é se tomar gol, aí complica demais. Se toma um, tem que fazer no mínimo quatro!

     E agora não há mais favoritismo do Galo, com um placar tão desfavorável e contra um time com essa qualidade. 

     Não é vantagem ser chamado de favorito, mas desperta medo na torcida perder isso de uma hora para outra.

     Medo que não pode ser transferido aos jogadores, senão estará tudo perdido.

     






                                                                                                                          Artur.

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