Sem dúvida, é a melhor campanha do clube
mineiro em sua história. Primeiro geral da fase de grupos, passou aperto nas
quartas, mas não perdeu a autoridade de ser um dos melhores do continente.
Mas chegou à Argentina, para pegar o Newell's Old
Boys pela semi, meio mudado. Agrediu menos e foi agredido mais que o de
costume.
Descidas menos rápidas e precisas e certa
apatia na hora de defender, contra um time com qualidade, que ficava com a
bola, sabia o que fazer com ela e fazia bem.
Tentativas sem sucesso e poucos sustos na
defesa argentina, por parte dos brasileiros.
No segundo tempo o 'NOB' abriu o placar. O
Galo descontou com Jô, mas o bandeira alegou impedimento... Duvidoso, mas acho
que acertou. Logo depois Scocco bateu uma falta linda: uma pancada, com muita
curva, que saiu da barreira e voltou no gol, no cantinho de Victor. 2 x 0.
Rafael Marques ainda tirou uma bola em cima da
linha, de cabeça.
Sem fazer gol fora, a missão do Atlético
contra o bom time dos 'hermanos' é dificil.
Se jogarem da mesma forma acuada como jogaram, o
que duvido que façam em casa, irão perder a vaga na final e quiçá a
invencibilidade em seu campo.
Hoje a vitória do Newell's foi merecida. O
time é muito bom e tem vários jogadores de muita qualidade.
Há plenas condições do Atlético se classificar para a final, se jogar de novo como estava antes da paralisação para a Copa das Confederações. O time tem muita força em casa, quase imbatível. Mas o maior problema é se tomar gol, aí complica demais. Se toma um, tem que fazer no mínimo quatro!
E agora não há mais favoritismo do Galo, com
um placar tão desfavorável e contra um time com essa qualidade.
Não é vantagem ser chamado de favorito, mas desperta medo na torcida perder isso de uma hora para outra.
Medo que não pode ser
transferido aos jogadores, senão estará tudo perdido.
Artur.

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